Ir para o conteúdo

Para quem responde pelo prédio

Você leva o número para a assembleia, não a dúvida.

A obra tem orçamento e o caixa não cobre. O caminho antigo era marcar assembleia para pedir autorização de buscar crédito, e só depois descobrir se ele existia. Agora a ordem é outra.

O pedido entra por quem já está no prédio.

Quem abre a operação é o parceiro ou a assessoria cadastrada na LIV. Na prática, é a empresa que está orçando a obra, ou a administradora que atende o condomínio.

Se a empresa que fez o orçamento ainda não é cadastrada, ela pode ser. Se você prefere começar pela administradora, também dá. O que não existe é o prédio abrir a operação sozinho: a análise nasce colada a um orçamento real, e é isso que faz a cotação sair sem ida e volta de documento.

Antes de tudo isso, dá para ter uma ideia de valor pela simulação deste site. Ela só mostra número depois que você informa quem é o prédio e quanto ele arrecada, e é por isso que o resultado serve para levar a uma conversa.

Simular crédito para o condomínio

A decisão é coletiva, e precisa ser defensável em ata.

A LIV monta a operação pensando na hora em que ela é lida em voz alta para o prédio inteiro.

  • Condição por escrito

    O que vai à assembleia é a cotação aceita, com valor e finalidade definidos, e não uma intenção de buscar crédito. Quem for votar lê o mesmo documento que você.

  • Documentação técnica da obra

    O que sustenta o valor é o orçamento do serviço, não uma estimativa de mesa. Cada tipo de obra tem a papelada que a análise pede, e ela é a mesma que o conselho vai querer ver antes de opinar.

  • Crédito já aprovado

    A assembleia é convocada depois da aprovação da análise. Ela confirma um recurso que já existe, e a ata registrada é o que libera a Cédula de Crédito Bancário para assinatura.

O síndico não recebe nada da LIV, em nenhuma etapa e sob nenhuma forma. Governança e estrutura

Do pedido ao dinheiro na conta do prédio.

Enquanto a operação corre, você não depende de ligar para saber onde ela está. A consulta abre no estágio atual, diz o que está travando e desde quando. A tela de originar, essa, é do parceiro.

Serve para duas coisas bem práticas: responder ao conselho sem depender de telefonema, e saber exatamente qual papel destravar quando a operação para.

Comece pelo orçamento que já está na sua mesa.

Se a empresa que orçou a obra já é parceira, peça a cotação a ela. Se não é, a LIV conversa com ela, ou com a administradora do prédio.