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A LIV existe pelo dinheiro do condomínio.

A LIV é a fintech do condomínio. Crédito que o sistema financeiro nunca desenhou para o condomínio brasileiro, e que agora nasce dentro da proposta de quem já atende o prédio.

Um prédio inteiro e nenhum produto para ele.

Quando o caixa está no azul, tudo funciona. Quando falta, nada se faz.

Voz da casa, desde o primeiro dia

Um condomínio de trezentas unidades movimenta valores de empresa média e não é tratado como uma. Não tem histórico de crédito montado, não tem ativo para dar em garantia do jeito que o banco pede, e o gestor que assina por ele troca a cada dois anos. O resultado prático todo síndico conhece: a fachada espera, o rateio extraordinário entra na pauta, e o morador paga de uma vez o que poderia ter sido diluído.

A LIV nasceu para resolver essa parte. O que faltava era um produto financeiro desenhado para o prédio: crédito para condomínio edilício, com análise feita por quem entende como o dinheiro dele entra e sai.

Fundada em 2024. A plataforma abriu em agosto de 2026.

Mais de dois anos entre uma coisa e outra, e eles não foram de espera.

Na primeira fase a LIV originava crédito uma operação por vez, por e-mail e telefone, com o time inteiro dentro de cada caso. Foi assim que a casa aprendeu o mercado condominial por dentro: qual documento sempre atrasa, o que a assembleia precisa ler para decidir, onde a operação trava.

Esse período foi de construção do mecanismo, e a Plataforma LIV é o que saiu dele. Hoje quem chega ao prédio com a cotação é a empresa que já trabalha lá, dentro da proposta comercial dela.

A mecânica é a mesma em qualquer operação: a LIV origina o crédito por Cédula de Crédito Bancário, com lastro em um FIDC dentro da estrutura da LIV, regulado pela CVM e aderente aos regimes da ANBIMA. A cadeia inteira, com bancarizador, administrador, gestora e o papel da LIV como consultoria especializada do fundo, está descrita em Compliance e Governança.

Ver a estrutura e o funding

Cinco frases que decidem o que a LIV não faz.

Elas são curtas de propósito. Cada uma já custou um negócio que a LIV escolheu não fechar.

  1. Servimos o condomínio. Não cooptamos quem o representa.
  2. Crédito é o que fazemos. Só crédito. Bem feito.
  3. Estruturamos antes de prometer.
  4. Canal é sócio do trabalho, não atalho.
  5. Mostramos o número antes da assinatura.

O que essas frases obrigam na prática está escrito em Compliance e governança

O prédio decide. A LIV aprova o recurso.

Com o orçamento da obra em mãos, comece pela simulação. Se a conversa for outra, escreva para a LIV.